Gleizi Gomes, psicóloga clínica CRP 05/48076com Gleizi Gomes · Psicóloga Clínica · CRP 05/48076
Autoestima

Terapia para autoestima: pare de ser seu maior crítico

Quando nada que você faz parece suficiente e a voz interna só sabe cobrar, a terapia ajuda você a construir uma relação mais gentil e segura consigo mesmo.

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Entenda

O que é autoestima

Autoestima não é arrogância nem autoconfiança inflada. É a forma como você se enxerga e se valoriza — a base a partir da qual você toma decisões, se relaciona e enfrenta desafios. Quando ela está fragilizada, surge a autocrítica constante, o medo de errar, a dificuldade de receber elogios e a sensação de nunca estar à altura.

Esses padrões costumam ter raízes antigas, em experiências e mensagens que internalizamos ao longo da vida. A boa notícia é que a forma como você se relaciona consigo pode ser transformada.

Você se reconhece?

Talvez você se reconheça aqui.

Uma autocrítica dura, que percebe só os erros e ignora as conquistas.
Sensação de nunca ser suficiente — no trabalho, nas relações, com você.
Dificuldade de impor limites e medo constante de decepcionar os outros.
Comparação frequente e a impressão de que todos estão à sua frente.
Como a terapia fortalece a autoestima

A terapia que realmente transforma tem método.

Com a TCC, identificamos os pensamentos automáticos e as crenças profundas que sustentam a autocrítica — aquelas regras rígidas do tipo “tenho que dar conta de tudo” ou “não posso falhar”. A partir daí, construímos formas mais realistas e compassivas de olhar para si.

O processo envolve reconhecer suas qualidades sem culpa, aprender a estabelecer limites, lidar com a comparação e desenvolver autocompaixão. O objetivo é uma autoestima estável, que não dependa da aprovação constante dos outros.

Como funciona o processo

Um caminho claro, passo a passo.

01

Mapa da autocrítica

Identificamos a origem e os gatilhos da sua voz interna crítica.

02

Novas crenças

Você aprende a questionar pensamentos rígidos e a se tratar com mais gentileza.

03

Autoconfiança real

Construímos uma base sólida de valor próprio, menos dependente de validação externa.

De onde vem a autocrítica

As raízes da forma como você se vê

A maneira como nos relacionamos com nós mesmos se forma ao longo da vida, a partir de experiências, comparações e mensagens que recebemos e internalizamos, muitas vezes na infância e adolescência. Frases ouvidas, cobranças, comparações com irmãos ou colegas e padrões inalcançáveis vão construindo regras internas rígidas, como eu preciso ser perfeito para ser aceito.

Com o tempo, essas regras viram uma voz interna automática e crítica, que parece ser a verdade. A boa notícia da TCC é justamente esta: o que foi aprendido pode ser revisto. Não dá para apagar o passado, mas dá para mudar a relação que você tem consigo no presente.

Conceitos que se complementam

Autoestima, autoconfiança e autocompaixão

Autoestima é o valor que você atribui a si mesmo de forma geral. Autoconfiança é a crença na sua capacidade de realizar tarefas específicas. E autocompaixão é a capacidade de se tratar com a mesma gentileza que você ofereceria a um amigo querido em dificuldade.

Trabalhar a autoestima não é virar uma pessoa cheia de si, e sim construir uma base estável de valor próprio que não desmorona a cada erro ou crítica. A autocompaixão é uma das ferramentas mais poderosas nesse processo, e é treinável.

Perguntas Frequentes

Dúvidas sobre autoestima.

Dá para melhorar a autoestima na fase adulta?
Sim. A autoestima não é fixa: ela se constrói e pode ser fortalecida em qualquer fase da vida, com autoconhecimento e as ferramentas certas.
Baixa autoestima é doença?
Não é um transtorno em si, mas pode estar associada à ansiedade, à depressão e a outras questões. A terapia ajuda a entender e cuidar dessa relação consigo mesmo.
Qual a relação entre autoestima e ansiedade?
Elas se retroalimentam: a autocrítica gera ansiedade, e a ansiedade reforça a sensação de incapacidade. Tratá-las em conjunto costuma trazer mais alívio.
Atende online?
Sim, online para todo o Brasil e presencial na Barra, Freguesia e Recreio.
Autoestima baixa pode virar depressão ou ansiedade?
A baixa autoestima é um fator de vulnerabilidade que pode estar associado à ansiedade e à depressão, alimentando a autocrítica e o isolamento. Cuidar dela em terapia costuma ter efeito positivo sobre o bem-estar como um todo.
Como começar a melhorar a autoestima hoje?
Um primeiro passo é perceber a voz crítica sem obedecê-la automaticamente: note o pensamento, questione se você falaria assim com alguém que ama e ensaie uma resposta mais gentil. A terapia aprofunda e estrutura esse trabalho.
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